Tudo em ordem,às mil maravilhas
Amantes perfeitos
Corações Radiantes
Também iludidos,
Porém Radiantes.
Mas para começarmos a amar de fato,
Temos que nos ferir.
domingo, 15 de agosto de 2010
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
E a avenida parecia Paris.
O medo nos deixava mais empolgados,
E também obrigava-nos algum pudor.
Um ambiente hostil, seu cabelo rosado,
O vento parado, e o sol a se pôr.
Agora éramos nós dois, amantes e amigos,
E um silêncio forçado, que muito nos diz,
Um beijo calado, sentimento inovado,
E a avenida parecia Paris.
No céu já chovia estrelas, e mais adiante
Os carros nos julgavam com buzinadas
Nossos passos já lentos, corpos já distantes,
E almas, agora, prá sempre abraçadas.
E esse momento já eternizado,
Tamanha alegria só tu que me trouxe,
Permito que sejas meu dia raiado,
E quero que sejas minha morte mais doce.
E também obrigava-nos algum pudor.
Um ambiente hostil, seu cabelo rosado,
O vento parado, e o sol a se pôr.
Agora éramos nós dois, amantes e amigos,
E um silêncio forçado, que muito nos diz,
Um beijo calado, sentimento inovado,
E a avenida parecia Paris.
No céu já chovia estrelas, e mais adiante
Os carros nos julgavam com buzinadas
Nossos passos já lentos, corpos já distantes,
E almas, agora, prá sempre abraçadas.
E esse momento já eternizado,
Tamanha alegria só tu que me trouxe,
Permito que sejas meu dia raiado,
E quero que sejas minha morte mais doce.
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Auto-Soneto

Minha dona foi-se embora.
-Talvez eu não a soubesse-
-Quiçá, foi em boa hora,
Se ao menos amor houvesse?!
Largou de si mesma,
abdicou também de mim.
Torno-se leve-seresma,
perdeu seu ar de jasmim.
Em troca de não sei quê
sem sim, sem não, nem por que
danou-se no mundaréu.
Cortou meu peito à navalha
abrandou o fogo de palha
abrasou o nosso papel.
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Lágrima
À cada pingo de mar que cai dos meus olhos,
é um castelo de alegria que desaba,
Um sentimento que esbraveja
e uma tonelada aliviada do meu penar.
é um castelo de alegria que desaba,
Um sentimento que esbraveja
e uma tonelada aliviada do meu penar.
Alguns Tiros Deflagrados em minh'alma,
algumas lágrimas caídas dos meus olhos,
e a opacidade da minha triste felicidade,
se é que assim pode ser chamada.
uma dor que não sei explicar,
é como se fosse um pesar
que é além do que posso levar nas costas.
Meus versos não são mais agradáveis,
venho me repitindo, venho me degradando.
Venho pedindo,
Venho aguardando um alívio , venha de onde vier.
A Cobrança que me é feita,
não me é justa,
e talvez eu, mero mortal,
Esteja penando tão duramente
que nem mesmo minha alma de poeta possa suportar.
algumas lágrimas caídas dos meus olhos,
e a opacidade da minha triste felicidade,
se é que assim pode ser chamada.
uma dor que não sei explicar,
é como se fosse um pesar
que é além do que posso levar nas costas.
Meus versos não são mais agradáveis,
venho me repitindo, venho me degradando.
Venho pedindo,
Venho aguardando um alívio , venha de onde vier.
A Cobrança que me é feita,
não me é justa,
e talvez eu, mero mortal,
Esteja penando tão duramente
que nem mesmo minha alma de poeta possa suportar.
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Conversa com o Sofrimento.
Sofrimento,
Não que eu esteja desfazendo de sua amizade,
só não me é agradável sua presença constante.
Não me queira mal por isso,
agradeço a inspiração que trazes contigo,
mas eu cansei.
Quero ao menos ser um pouco feliz,
reaver o direito de sorrir naturalmente,
Reaver o direito de Ver a minha pequena,
reaver o direiro de tocar em minh'alma.
Sim, Rogo-te,
Devolve minh'alma,
que te deixei levar à preço de nada,
que te vendi por poesias que daqui há um tempo
não farão nem sentido.
Calo-me,
e tento ouvir algo,
algo além de minha voz mesclada com o zumbido dos carros,
e uma voz Fria e densa me diz
-Não Rogue em vão, Talvez você seja predestinado
à não ser feliz.
E se foi.
Não que eu esteja desfazendo de sua amizade,
só não me é agradável sua presença constante.
Não me queira mal por isso,
agradeço a inspiração que trazes contigo,
mas eu cansei.
Quero ao menos ser um pouco feliz,
reaver o direito de sorrir naturalmente,
Reaver o direito de Ver a minha pequena,
reaver o direiro de tocar em minh'alma.
Sim, Rogo-te,
Devolve minh'alma,
que te deixei levar à preço de nada,
que te vendi por poesias que daqui há um tempo
não farão nem sentido.
Calo-me,
e tento ouvir algo,
algo além de minha voz mesclada com o zumbido dos carros,
e uma voz Fria e densa me diz
-Não Rogue em vão, Talvez você seja predestinado
à não ser feliz.
E se foi.
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